– Os terapeutas promovem a consciência da Cura, da Saúde e do Bem-Estar dos pacientes.

– Os terapeutas respeitam a dignidade de todo o Ser Humano e qualquer forma de vida; religião, raça, cor, status social e preferência sexual não serão requisitos ou pré-requisitos para qualquer impedimento em contexto terapêutico.

– Os terapeutas jamais invadirão os limites físicos, mentais, emocionais e espirituais do paciente.

– Os terapeutas respeitam os seus colegas de profissão, bem como as diversas abordagens terapêuticas existentes sugerindo, se for o caso, a passagem do paciente para outro colega, caso a finalidade da resolução da situação não for atingida.

– Os terapeutas promovem o sigilo profissional do consultório, do ambiente de trabalho e dos seus interesses individuais e dos seus pacientes.

  1. No exercício da profissão o Terapeuta deve reger-se por princípios de honestidade e verdade e deve estar em boas condições a nível físico, mental/emocional.
  2. No exercício da profissão o terapeuta deve fornecer apenas os serviços para os quais está legalmente habilitado.
  3. Todas as suas certificações ou documentos comprovativos das competências devem estar disponíveis para serem consultados pelo cliente.
  4. O terapeuta deve manter sempre o segredo profissional (dados pessoais do cliente, informações obtidas ao longo da terapia, etc) e zelar para que todos os registos escritos com informações sobre os clientes estejam em local seguro fora do acesso por parte de terceiros e só pode recolher, armazenar e usar informação sobre os clientes, que seja relevante para a sua atividade profissional.
  5. Não deve dar testemunhos usando os nomes dos seus clientes sem a expressa autorização dos mesmos.
  6. Caso o cliente mude de terapeuta, as informações sobre o mesmo só poderão ser transmitidas ao novo terapeuta com o seu consentimento escrito.
  7. No exercício da profissão, sempre que o terapeuta não tenha a necessária competência profissional ou pessoal para trabalhar com determinado cliente deve, na medida do possível, reencaminhá-lo para um colega, outro especialista ou encontrar soluções alternativas.
  8. Em caso algum o terapeuta deve explorar o seu cliente financeira, sexual, emocional ou espiritualmente.
  9. No exercício da profissão tem o dever de não impor o seu sistema de valores perante as pessoas.
  10. Antes de iniciar a sessão o terapeuta deve explicar todos os procedimentos envolvidos nas consultas que pode incluir assuntos como registos do cliente, duração provável das consultas, número provável de consultas, custo, etc.
  11. Em caso algum o terapeuta deve criar dependência ao seu paciente ou de alguma forma manipular a sua maneira de pensar, sentir ou estar na vida.
  12. O Terapeuta propõe a interrupção da relação profissional quando constata que o cliente não retira dela benefícios, nem é previsível que venha a obtê-los no futuro.
  13. No exercício da profissão o terapeuta deve respeitar e promover o direito do cliente de iniciar, continuar ou terminar a relação profissional.
  14. Para o exercício da profissão o Terapeuta deve manter um nível elevado de atualização profissional.
  15. No exercício da profissão o Terapeuta é responsável pela qualidade e consequências da sua conduta profissional.
  16. No exercício da profissão, o Terapeuta é também responsável pelo cumprimento do presente Código Deontológico por parte daqueles que com ele colaboram – estudantes, estagiários, e outros – e que sob sua orientação desempenham tarefas específicas.
  17. As relações entre os terapeutas devem basear-se nos princípios de respeito recíproco, lealdade e solidariedade e devem apoiar os colegas que lhe solicitem ajuda para situações relacionadas com a prática profissional.
  18. O Terapeuta deve sempre informar a Associação caso exista uma conduta deontologicamente incorreta por parte de um colega principalmente se a mesma tiver graves repercussões para o cliente ou para a própria Associação.